A Golondrina | Foto: João Caldas
A Golondrina | Foto: João Caldas

Em 2016, o atentado terrorista homofóbico à boate LGBTQI+ Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, gerou uma série de discussões acerca da natureza do ataque. Setores da sociedade lutavam para validar a narrativa de um ataque isolado, como outros tantos ocorridos nos Estados Unidos desde a primeira invasão ao Iraque, em 2003, durante o governo de George W. Bush Filho; Outros tinham como explicação nada além de um ataque homofóbico pensado por um componente de um grupo de extermínio.

Todas as discussões e o atentado em si inspiraram o dramaturgo espanhol Guillem Clua a escrever A Golondrina, drama sobre a relação da mãe de uma das vítimas do ataque e um sobrevivente. Colocando os dois pontos de vista sob análise, o espetáculo aborda temas como o conservadorismo, a relação materna, a homofobia e o afeto.

O espetáculo, que estreou em São Paulo em abril de 2019, chega ao Rio de Janeiro a partir do dia 16 de janeiro, quinta-feira, no Teatro do Sesc Ginástico, no Centro. Sob a direção de Gabriel Fontes Paiva, A Golondrina cumpre temporada até o dia 16 de fevereiro, com sessões de quinta-feira a domingo.

Indicada ao Prêmio Shell pela performance no espetáculo, Tânia Bondezan divide a cena com Luciano Andrey, ator geralmente associado a produções do teatro musical. As sessões acontecem às 19h (quinta-feira a sábado) e às 17h (domingos). Os ingressos custam de R$ 15,00 (meia) a R$ 30,00 (inteira). Credenciados na Rede Sesc pagam apenas R$ 7,50.