Brazyl | Foto: Eduardo Petrini
Brazyl | Foto: Eduardo Petrini

Cineasta e artista plástico soteropolitano com uma das filmografias mais importantes do cinema contemporâneo, José Walter Lima estreará, no dia 14 de novembro, como dramaturgo e diretor teatral com a encenação de Brazyl: Poema Anarco-Tropicalista, espetáculo que estabelece diálogo com o cinquentenário movimento tropicalista encabeçado por nomes como Caetano Veloso Gilberto Gil, Rogério Duprat, Tom Zé e Rogério Duarte, artista plástico responsável por assinar algumas das capas mais icônicas dos discos lançados no período e objeto de análise de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, um dos filmes mais importantes de Walter Lima.

Em Brazyl: Poema Anarco-Tropicalista, o diretor divide um grupo de seis atores em 28 esquetes no qual analisa o Brasil atual e traça um diálogo com o movimento cultural do final da década de 1960, enquanto também traça um perfil do Movimento Antropofágico, de Mário de Andrade.

O espetáculo ficará em cartaz a partir de 14 de novembro, quinta-feira, no Teatro Oficina, na Bela Vista, zona central da capital. A peça também comporá o Projeto Tropicália – Marginália III, mostra que exibirá nove títulos cinematográficos que dialogam com o período.

O elenco é formado por Gabi Costa, Lucas Valadares, Rosana Judkowitch, Vanessa Carvalho, Wagner Vaz e Willian Maciele as sessões acontecem de quinta-feira a domingo, às 21h (quinta a sábado) e às 20h (domingos). Os ingressos custam de R$ 20,00 (meia) a R$ 40,00 (inteira). Moradores da região pagam apenas R$ 15,00.